Mulher Cooperativista

Elas começaram a se organizar formalmente em novembro de 1962, quando foi fundada a União Feminina Ruralista da Castrolanda, sob a iniciativa do consultor agrônomo P.R. Bouwman e esposa.  O objetivo era de orientar e preparar as sócias para a sua vocação, nesta época, ajudar a realizar a sua missão na família, propriedade, comunidade e sociedade. As reuniões eram mensais  e a assembleia era anual.

Com o tempo a assembleia anual caiu em desuso. A data virou dia de encontro das mulheres de origem holandesa, vindas de Ponta Grossa, Curitiba, São Paulo, Holambra, Mato Grosso. A língua holandesa predominava.

Aos poucos mulheres mais jovens se tornaram maioria, a língua portuguesa passou a ser mais falada, mas a solidariedade entre elas para realizar festas, excursões, passeios, auxiliar creches e carentes, visitar pontos turísticos, organizar eventos beneficentes para angariar recursos para fins sociais, permaneceu a mesma ao longo dos anos.

Desde dezembro de 1998, buscando valorizar a mulher e demarcar sua importância e papel no cooperativismo, a Castrolanda realiza todo ano o Encontro da Mulher Cooperativista. Nessas ocasiões chegam a se reunir mais de 250 associadas, esposas e filhas de associados, para falar dos negócios da cooperativa, da vida em família, do papel da mulher na sociedade, e até mesmo de beleza feminina.

No ano de 2010 ganhou marca própria, e a partir dai um novo modelo, com agenda maior de eventos, cursos e treinamentos.

As integrantes do programa são associadas, esposas e filhas de associados da Castrolanda.O objetivo está voltado para a busca de uma maior integração entre as participantes, o incentivo da formação de grupos de estudos, seja com trabalhos sociais, participação em grupos setoriais ou grupos de gestão e mais recentemente, através do PDL, Programa de Desenvolvimento de Lideranças, se dedicam na busca e valorização de lideranças no grupo, que irão contribuir no desenvolvimento das atividades da Cooperativa e gestão de negócios.

Os eventos desenvolvidos ao longo do ano pelas mulheres cooperativistas além de ampliarem a visão em relação ao cooperativismo, mostram e reforçam a capacidade feminina de cooperação, destacam as atitudes simples e permitem analisar e definir o propósito da participação a cada encontro. Automaticamente, quem participa, percebe a mudança no seu comportamento, na sociedade e certamente aplica na sua vida pessoal e familiar.

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