Desempenho Econômico

Faturamento
O faturamento bruto da cooperativa atingiu R$ 2,26 bilhões, 16,3% superior ao ano anterior. Na composição do faturamento, os produtos mais significativos foram os lácteos (28%), seguido da soja (15%) e de derivados de suínos (11%).

Sobras líquidas
As sobras líquidas foram de R$ 57 milhões, 20% abaixo das apuradas em 2014. O resultado foi comprometido em grande parte pelos custos pré-operacionais do Frigorífico de Suínos, que opera em parceria com as cooperativas Frisia e Capal, no seu primeiro ano de inserção nos mercados interno e externo altamente competitivos e a paralisia da economia brasileira. Com todas as dificuldades a Unidade de Carnes terminou o ano já exportando para 15 países, com volumes crescentes chegando a marca de 1.000 tons por mês equivalente a 22% do volume produzido. Foi realizado o lançamento de marca própria “Alegra Foods”.

Adições à conta de investimentos
Houve um aumento de R$ 21,2 milhões, correspondente a 32,4% em relação ao ano anterior, em função principalmente dos investimentos realizados no sistema Coonagro, onde a Cooperativa participa com 24,2% da aquisição da Indústria Delta Fertilizantes, em conjunto com outras cooperativas. A ação segue a estratégia da Castrolanda em participar de todos os elos das cadeias produtivas em que operam os seus cooperados.

Adições à conta de imobilizado
O ano foi marcado por fortes imobilizações. Investimos R$ 190 milhões, sendo os mais representativos: Unidade de Beneficiamento de Leite – SP/PR, R$ 80,6 milhões, Unidade Industrial de Carnes – R$ 44,7 milhões, Unidade de Beneficiamento de Sementes – Itaberá – SP, R$ 19 milhões e demais investimentos pulverizados ao longo das demais cadeias produtivas.

Indicadores de Performance
Houveram declínios já previstos em função do ciclo de investimentos, reduzindo os indicadores de rentabilidade, liquidez, endividamento, capitalização, notadamente na imobilização de recursos próprios, os quais deverão se recuperar nos anos vindouros, no ciclo 2017/2018.

Geração de Caixa
A geração de caixa atingiu R$ 97,5 milhões de reais, 0,8% inferior ao ano de 2.014.

Gestão de Caixa
A cooperativa, em função da alta demanda dos investimentos, capital de giro dos novos empreendimentos e das dificuldades do ano de 2015 nos ambientes político e econômico brasileiro, colocou em prática durante o exercício uma gestão de caixa mais rigorosa, que incluiu o enxugamento de despesas, adequação dos custos dos serviços financeiros aos associados e renegociação de contratos de serviços terceirizados, que se refletiram no resultado financeiro do ano. Além disso, foram colocadas em prática também políticas de gestão de capital de giro, que incluíram plano de desmobilização de ativos, aumento do prazo médio de pagamento aos fornecedores e diminuição quando cabível, do prazo médio de recebimento. Todo esse trabalho favoreceu uma melhor liquidez daquela prevista em orçamento.

Devoluções aos cooperados
Entre bonificações pagas aos produtores de sementes (R$ 3,06 milhões), sobras técnicas (R$ 3,28 milhões), remuneração de capital social e fundo de capitalização (R$ 5,35 milhões) e distribuição de sobras (R$ 13,6 milhões), ao todo serão distribuídos o montante de R$ 25,2 milhões aos cooperados, relativamente ao exercício de 2.015.

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